Após ser acusada de poluição em Salvador, Embasa nega e explica despejo de esgoto

Por ser uma cidade litorânea, rodeada por diversas praias, Salvador sente com a poluição despejada de forma inadequada. Recentemente foram relatados casos de despejo de esgoto em praias da capital baiana, gerando grande indignação da população. Em prol de esclarecer a situação, em contato com a Embasa, Empresa Baiana de Águas e Saneamento,  para entender como funciona o processo de despejo de esgoto.

Em resposta, a Embasa conta que a população muitas vezes considera como despejo de esgoto na verdade são desembocaduras, que é o local onde um corpo de água fluente, como um rio, deságua em outro corpo de água, o qual pode ser um outro rio de córregos urbanos ou saídas de canais da rede de drenagem de águas pluviais, cuja manutenção é de responsabilidade da prefeitura municipal.

A presença de poluição nas águas dos córregos provém da sujeira e do lixo das ruas (incluindo fuligem, fezes de animais) que são trazidos pela chuva, ou de lançamentos por parte de moradores ou proprietários que, ao ampliarem ou reformarem seus imóveis, não cumpriram o que exige o código de obras de Salvador, a saber, ligar seus esgotos na rede pública coletora. A Embasa enfatiza que o cumprimento do código de obras de Salvador é feita pela poder público municipal.

Ainda, em seu site oficial,  a empresa de saneamento explica que o esgoto que é coletado, apenas após passar por um tratamento profundo, é dispensado no oceano, em distância e profundidade segura, sem prejudicar o meio ambiente. “Em Salvador, a Embasa coleta o esgoto dos imóveis ligados em sua rede e dá destinação final, pelos emissários submarinos, ao efluente condicionado, que é lançado a distância segura da costa, em profundidade oceânica, sem riscos de poluição das praias do município”, diz a empresa.

Fonte:VN

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